Not a perfect day, and so what?

To live well with my loneliness makes me proud
No fear about being there alone
But much more joyfull was the other step
To understand that happiness is only real when shared
And who I was before, I cant recall


as pessoas deviam aprender a estar sozinhas. e estar só, é estar só. nada tem a ver com ganhar tempo para novas possibilidades. aprender a estar só é aprender a lidar com suas tristezas e frustrações. é não precisar dividir com ninguém ou responsabilizar quem quer que seja pelos os seus piores momentos. aprender a ser só nada tem a ver com cuidar da sua própria febre nos dias de gripe, ainda que isso se faça necessário em algum momento. apropriar-se da sua solidão é entender que você foi feito solitário, indivíduo, autônomo, capaz de sobreviver por si só. porque para conviver é preciso que você não precise do outro mas que você o tenha escolhido. sim, sinto desapontar, mas é preciso escolher. é preciso tomar decisões. dizer sim e não para o mundo. a parte isso, toda paixão é possível. todo o sorriso que brota quando olhamos os formatos dos dedos. todo o bigode de cappuccino. todo beijo no olho. correr do abraço suado. dizer mil vezes que ama sem se sentir amendrontado. ouvir amor mil vezes sem se sentir acuado. não ouvir e entender o silêncio. as pessoas deviam aprender a estar só e, assim, a amar. a si, o igual e o outro.

ps: till the end!



 Escrito por Alice às 00h02
[   ] [ envie esta mensagem ]





 Escrito por Alice às 00h23
[   ] [ envie esta mensagem ]




Mine was orange

"Tinha passado muito tempo. É claro que nos esbarramos algumas dúzias de vezes por aí, mesmo que no início eu tenha tentado evitar obstinadamente. Nossos compromissos profissionais e amigos em comum nos levavam a isso. Ficávamos apenas nos cumprimentos formais ou, quando não era possível, nos restringíamos aos assuntos inevitáveis. Nunca chegaram a ser acontecimentos agradáveis mas com o tempo foram se tornando menos incômodos.

Era um misto de excitação e pesar ter que me deparar com ele. Era sempre a felicidade de revê-lo ou ouvi-lo com a insatisfação de ver ressurgir as rusgas da separação. Algumas pessoas, ao perceberem meu embaraço e, como se tivessem me surpreendido em um mal feito, me dirigiam um sorriso e faziam o comentário, ainda que silencioso. Eu nunca respondi. Não tinha o que dizer. Não era propriamente um segredo que eu ainda o amasse, mas também não era um assunto que estivesse disposta a discutir com quem quer que fosse.

Depois desses anos todos, depois de filhos, relacionamentos, sucessos, desapontamentos, de tudo que houve na minha vida e na dele, fatos que nós sempre ficávamos sabendo através dos outros, o que já era em si um acinte, ele ligou. Fui eu mesma que atendi ao telefone. E a ligação estava ruim, a música alta, a voz tinha mudado muito, mas bastou o primeiro olá e eu soube imediatamente que era ele. Da mesma forma que ele sabia que era desnecessário se identificar.

- O que você está fazendo?

- Nada. Bebo um pouco. Escrevo um pouco. Absolutamente nada.

O encontro naquele momento não era algo que precisava ser discutido, era um fato. Coube a nós os acertos de hora e local. Ele sugeriu um lugar onde nunca tínhamos estado antes. No dia seguinte, antes do pôr-do-sol, eu propus. Pronto. Nenhuma objeção tinha sido feita. Era um consenso. Depois de desligar o telefone, fiquei pensando porque eu estaria disposta a remexer nesse balaio de gatos. Uma história inacabada, as mágoas, um amor mal correspondido. Tudo isso, devidamente lacrado e mantido em dormência a um alto custo, poderia subir à tona como um afogado em busca do seu último fôlego. Era um risco.

Nesse tipo de encontro você tem duas possibilidades, ou você observa ou é observado. Eu cheguei mais cedo com um propósito bem claro. Ao contrário do que era habitual, eu me sentaria em um dos bancos e ficaria ali exposta aos olhos de quem quisesse ver. Não tinha em mãos nenhum livro atrás do qual pudesse me proteger. Estava completamente nua.

Sim, eu quero ficar com ela mas eu te amo. Eu nunca pude entender isto e muito menos aceitar. Ainda me constrange pensar em todas as situações em que me envolvi acreditando que seria possível manter alguma coisa entre nós. Só eu era incapaz de aceitar o que estava acontecendo. Ela era a mulher que ele amava. Era isso que todas suas ações gritavam pra mim. E eu era alguma coisa que ele jamais conseguiria definir, como me repetiu várias vezes. O que ele sentia por mim oscilava entre irritação e fascinação, mas nunca foi realmente amor.

Antes aquelas lembranças me humilhavam. Naquele dia eu já não saberia mais dizer como eu me sentia a respeito delas. Mas eu estava lá, esperando por ele e revivendo na memória todos aqueles momentos que eu tinha tido o cuidado de manter esquecidos.

Mais de mil vezes eu fantasiei esse encontro. Sempre imaginei que ficaria nervosa, iria querer fugir, mas não, eu firmei a cabeça e procurei pelos seus olhos. Cabe tanta coisa em vinte passos. Calafrios. Sorrisos. Imagens. Palavras. Cabe a lembrança de uma vida inteira, agora transformada em uma dúzia de diferentes sensações. Ele se sentou. Talvez eu tivesse que dizer qualquer coisa. Talvez eu devesse ter feito um movimento. Mas fiquei ali parada, tentando reconhecer nas suas expressões algum vestígio do homem que eu amei. Ele disse. Era ele. Sem dúvida era ele. Mas eu não conseguia mais arriscar nenhum palpite sobre seus pensamentos. Não podia reconhecer mais nenhuma das suas reações. Era como se eu estivesse de frente a um completo estranho, cuja imagem eu tinha de alguma forma congelado na retina.

Eu quis chorar. Quis muito chorar. Mas não veio. Uma sensação terrível me chegava. Uma enxurrada de pensamentos iam e vinham como se passeassem em uma montanha russa. Nada se concretizava em fala. Não veio o choro assim como não vieram as palavras. Não havia nada de errado com ele. Continuava exatamente como era quando eu o conheci, talvez uns quilos a mais, alguns cabelos brancos e uns sulcos mais fortes no rosto, o mesmo. E, no entanto, eu não o reconhecia. Não tinha nada que pulasse da minha boca. Nenhuma ansiedade de dividir com ele os anos que estivemos distantes, nenhuma ânsia de apertar suas mãos, de receber um abraço, nenhuma esperança de que ele pudesse enfim me proporcionar um alivio. Não era ele. Não tinha sido ele. Era eu. Era a mim mesma que eu tinha de perdoar por tudo.

Porque as pessoas têm muito medo de dizerem que se arrependeram. E eu me arrependia de muitas coisas que tinha feito. Mas não há nada que se possa fazer em relação a isso. Arrependimento é inútil. E eu estava ali para provar isso. Não havia nada para se resgatar naquela história, não havia nada que pudesse ser retomado, revisto, recontado. Não havia nada que eu não houvesse entendido. Portanto, eu não tinha mais nada a dizer a ele. Nenhum agradecimento, nenhum ressentimento. Estávamos quites. E foi exatamente isso que me veio a cabeça quando eu estendi finalmente minha mão em direção a ele e o cumprimentei com um sorriso. Bem-vindo, estranho.

Eu fiquei olhando para aquele homem que falava comigo como se os anos fossem horas e apenas uma noite imensa nos separasse do tempo em que éramos tão essenciais um para outro como o ar que respirávamos. E por mais que eu insistisse, eu não conseguia reviver nenhum dos sentimentos que me percorriam quando estávamos juntos. Nenhum prazer, nenhuma angústia, nada.

Será que eu tinha sido tão eficiente ao tentar amputar aquilo de mim? Será que o ódio que eu usei para esquecê-lo fez realmente desaparecer qualquer sinal de amor? Ou será que era apenas tarde demais? Talvez eu não estivesse realmente disposta a descobrir. Talvez a simples lembrança daqueles momentos me blindassem contra qualquer reaproximação. Eu não tinha nenhuma resposta. Tudo que eu sabia era que olhando aquele homem ali, não era possível entender como ele podia ter me causado tanto sofrimento. Como alguém como ele pôde ter sido alvo de um ódio tão forte como aquele que eu senti.

Enfim, aqueles foram os meios necessários para que eu pudesse deixá-lo. E eu não podia agora questionar se eles foram excessivos ou não. Uma mulher, mais do que qualquer outra coisa, deve saber a hora de ir embora. E naquele caso, eu já estava atrasada demais."

 Escrito por Alice às 23h07
[   ] [ envie esta mensagem ]




Morreu aquele para quem o amor não morre jamais: Ángel González

INMORTALIDAD DE LA NADA
Todo lo consumado en el amor
no será nunca gesta de gusanos.
Los despojos del mar roen apenas
los ojos que jamás
—porque te vieron—,
jamás
se comerá la tierra al fin del todo.

Yo he devorado tú
me has devorado
en un único incendio.

Abandona cuidados:
lo que ha ardido
ya nada tiene que temer del tiempo.


TODO AMOR ES EFÍMERO
Ninguna era tan bella como tú
durante aquel fugaz momento en que te amaba:
                                            mi vida entera.


 Escrito por Alice às 21h17
[   ] [ envie esta mensagem ]




Soneto 116 de William Shakespeare

Let me not to the marriage of true minds
Admit impediments, love is not love
Which alters when it alteration finds,
Or bends with the remover to remove.

O no, it is an ever-fixed mark
That looks on tempests and is never shaken;
It is the star to every wand'ring bark,
Whose worth's unknown, although his height be taken.

Love's not Time's fool, though rosy lips and cheeks
Within his bending sickle's compass come,
Love alters not with his brief hours and weeks,
But bears it out even to the edge of doom:

If this be error and upon me proved,
I never writ, nor no man ever loved.
 Escrito por Alice às 00h49
[   ] [ envie esta mensagem ]




Diamonds and Rust Lyrics

Words and Music by Joan Baez


I'll be damned
Here comes your ghost again
But that's not unusual
It's just that the moon is full
And you decided to call
And here I sit
Hand on the telephone
Hearing a voice I'd known
A couple of light years ago
Heading straight for a fall

As I remember your eyes
Were bluer than robin's eggs
My poetry was lousy you said
Where are you calling from?
A booth in the midwest
Ten years ago
I bought you some cufflinks
You brought me something
We both know what memories can bring
They bring diamonds and rust

Well you burst on the scene
Already a legend
The unwashed phenomenon
The original vagabond
You strayed into my arms
And there you stayed
Temporarily lost at sea
The Madonna was yours for free
Yes the girl on the half-shell
Would keep you unharmed

Now I see you standing
With brown leaves falling around
And snow in your hair
Now you're smiling out the window
Of that crummy hotel
Over Washington Square
Our breath comes out white clouds
Mingles and hangs in the air
Speaking strictly for me
We both could have died then and there

Now you're telling me
You're not nostalgic
Then give me another word for it
You who are so good with words
And at keeping things vague
Because I need some of that vagueness now
It's all come back too clearly
Yes I loved you dearly
And if you're offering me diamonds and rust
I've already paid


 Escrito por Alice às 11h58
[   ] [ envie esta mensagem ]




A noite vem buscar secretamente...

A noite vem buscar secretamente
através das dobras das cortinas
brilho de sol esquecido em teu cabelo.
Olha, nada mais quero que não seja
ter entre as minhas tuas mãos , e ser
tranqüilo e bom, todo cheio de paz.

Fazes-me crescer a alma que estilhaça
o dia-a-dia em cacos; e assim ganha
uma amplitude que é milagre teu:
Nos seus molhes de aurora vão morrer
as primeiras ondas de infinidade.

(R.M. Rilke)


 Escrito por Alice às 01h08
[   ] [ envie esta mensagem ]




where the time goes... who knows...

Nina Simone

"We are recording tonight and if this were a recording we'd be trying to do some things but actually I'm too tired to do. But as Faye Dunaway, I think it was, she said, when Bonnie and Clyde come out, she said she tried to give people what they wanted. That's a mistake, really, I know. You can't do everything, you use up everything you've got trying to give everybody what they want.

But I will learn my lesson soon, and then you will buy more records, right, cause you're gonna see me. Let's see what we can do with this lovely, lovely thing that goes post all racial conflict and all kinds of conflict, it's a reflective tune. And sometime in your life you'll have occasion to say, what is this thing called time? You know what, what is that? The clock, you go to work by the clock, you get your martini in the afternoon by the clock, you drink your coffee by the clock, you have to get on the plane at a certain time, and it goes on and on and on. And time is a dictator, as we know it. Where does it go? What does it do? Most of all, is it alive? Is it a thing that we cannot touch and is alive? And then one day you look in a mirror, how old, and we say where did the time go? We leave you with that one.

Across the morning sky, all the birds are leavin'
How can they know when it's time to move
Before the winter fires will still be lingering
I do not count the time
Who knows where time goes
Who knows where time goes

Sad, deserted shores, your fickle friends are leavin'
Oh, but then you know when it's time for them to go
But I will still be here,
I have no thoughts of leavin'
I do not count the time
Who knows where the time goes?
Who knows where the time goes?

But I am not alone while my love is near me
And I know it will be so until it's time to go
And through the winter until the birds again return spring
I do not fear time
Who knows where time goes?
Who knows where time goes?"


 Escrito por Alice às 17h22
[   ] [ envie esta mensagem ]




75 anos do pai do Menino Maluquinho

O outro lado da teoria dos lados

“Todo lado tem seu lado
Eu sou o meu próprio lado
E posso viver ao lado
Do seu lado, que era meu”

nesse espaço
que não ocupa nada
reinventou a saudade
e fez horas a mais
pra guardar pra sempre
o pra sempre
do vazio que não cede ao abraço
do silêncio que não se explica
do tempo pra escutar
a conversa que nunca veio

nesse espaço
que preenche tudo
reinventou-se feliz
e vivendo secretamente
ao lado daquele lado
que um dia fora seu
achou de explicar ao mundo
esse pobre mistério

lado A: um dia de cada vez
lado B: cada dia como nenhum


 Escrito por Alice às 17h48
[   ] [ envie esta mensagem ]




Your way, my way...

I miss our dances, our silence, our diferences.
Yeah, I miss you, your smile, your hug, your love.
I miss that great man you was... Cause you do did it your way!
But You will be always here...
I got a lot of you in me and Im happy with that.
Your way, my way...
In my mind, we will be dancing in my living room for ever and ever and ever.
Next year, in august, you'll have a film done for you, not a borrowed song!
I promess!


My way

And now, the end is near;
And so I face the final curtain.
My friend, Ill say it clear,
Ill state my case, of which Im certain.

Ive lived a life thats full.
Ive traveled each and evry highway;
And more, much more than this,
I did it my way.

Regrets, Ive had a few;
But then again, too few to mention.
I did what I had to do
And saw it through without exemption.

I planned each charted course;
Each careful step along the byway,
But more, much more than this,
I did it my way.

Yes, there were times, Im sure you knew
When I bit off more than I could chew.
But through it all, when there was doubt,
I ate it up and spit it out.
I faced it all and I stood tall;
And did it my way.

Ive loved, Ive laughed and cried.
Ive had my fill; my share of losing.
And now, as tears subside,
I find it all so amusing.

To think I did all that;
And may I say - not in a shy way,
No, oh no not me,
I did it my way.

For what is a man, what has he got?
If not himself, then he has naught.
To say the things he truly feels;
And not the words of one who kneels.
The record shows I took the blows -
And did it my way!



 Escrito por Alice às 15h36
[   ] [ envie esta mensagem ]




Paths Untrodden

If he said
'I will let you down
I will make you hurt'
Believe him!
He will do it.
Just let him
go away,
and come back
if he could find another way...

Hurt

Johnny Cash

I hurt myself today
to see if I still feel
I focus on the pain
the only thing that's real
the needle tears a hole
the old familiar sting
try to kill it all away
but I remember everything
what have I become?
my sweetest friend
everyone I know
goes away in the end
and you could have it all
my empire of dirt

I will let you down
I will make you hurt

I wear this crown of thorns
upon my liar's chair
full of broken thoughts
I cannot repair
beneath the stains of time
the feelings disappear
you are someone else
I am still right here

what have I become?
my sweetest friend
everyone I know
goes away in the end
and you could have it all
my empire of dirt


I will let you down
I will make you hurt

if I could start again
a million miles away
I would keep myself
I would find a way



 Escrito por Alice às 16h06
[   ] [ envie esta mensagem ]




Eu sou piegas e romântica, sim senhor!

Always on my mind

Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should have
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could have
Little things I should have said and done
I just never took the time

You were always on my mind
You were always on my mind

Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine
If I make you feel second best
Girl, I'm sorry I was blind

You were always on my mind
You were always on my mind

Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, give me one more chance
To keep you satisfied, satisfied

Little things I should have said and done
I just never took the time
You were always on my mind
You are always on my mind
You are always on my mind

Esse vídeo é uma coisa de outro mundo mas era o único com a música inteira e sem grandes ruídos... Então, feche os olhos pra ouvir!


 Escrito por Alice às 10h48
[   ] [ envie esta mensagem ]




Finalmente ele deixou a ilha de Faro outra vez...

E lá se foram... ele e todos os seus fantasmas, que ele esperava e guardava à noite, sentado ao lado da lareira, olhando o mar... Sim, eu chorei, mas ele com certeza não.

Morre aos 89 anos Ingmar Bergman...


 Escrito por Alice às 13h34
[   ] [ envie esta mensagem ]




Só tinha de ser com você

Hoje, frio, muito frio, vinho, muito vinho e amor, muito amor...

Passeios, muitos risos, algumas molecagens...
Almoço num lugar delicioso de pessoas muito divertidas.
O restaurante chama Grão de Sal e fica na rua Augusta, 2542, Villa San Pietro (entre Lorena e Tietê).
Tem uma torta de pêra com sorvete de marzipan que vale uma vida...

Trilha sonora:

Só tinha de ser com você

Tom Jobim

É,
Só eu sei
Quanto amor
Eu guardei
Sem saber
Que era só
Pra você.

É, só tinha de ser com você,
Havia de ser pra você,
Senão era mais uma dor,
Senão não seria o amor,
Aquele que o mundo não vê,
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.
O amor que chegou para dar
O que ninguém deu pra você.

É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.

É, você que é feito de azul,
Me deixa morar nesse azul,
Me deixa encontrar minha paz,
Você que é bonito demais,
Se ao menos pudesse saber
Que eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim.
Eu sempre fui só de você,
Você sempre foi só de mim


 Escrito por Alice às 15h28
[   ] [ envie esta mensagem ]




I've got more than a lifetime to live lovin' you...

Beyond The Horizon

By Bob Dylan

Beyond the horizon, behind the sun
At the end of the rainbow life has only begun
In the long hours of twilight 'neath the stardust above
Beyond the horizon it is easy to love

I'm touched with desire
What don't I do?
Through flame and through fire
I'll build my world around you

Beyond the horizon, in the Springtime or Fall
Love waits forever, for one and for all

Beyond the horizon, across the divide
'Round about midnight, we'll be on the same side
Down in the valley the water runs cold
Beyond the horizon someone prayed for your soul

My wretched heart is pounding
I felt an angel's kiss
My memories are drowning
In mortal bliss

Beyond the horizon, at the end of the game
Every step that you take, I'm walking the same

Beyond the horizon, the night winds blow
The theme of a melody from many moons ago
The bells of St. Mary, how sweetly they chime
Beyond the horizon I found you just in time

It's dark and it's dreary
I've been pleading in vain
I'm wounded, I'm weary
My repentance is plain

Beyond the horizon o'r the treacherous sea
I still can't believe that you have set aside your love for me

Beyond the horizon, 'neath crimson skies
In the soft light of morning I'll follow you with my eyes
Through countries and kingdoms and temples of stone
Beyond the horizon right down to the bone

It's the right time of the season
Somebody there always cared
There's always a reason
Why someone's life has been spared

Beyond the horizon, the sky is so blue
I've got more than a lifetime to live lovin' you


 Escrito por Alice às 17h45
[   ] [ envie esta mensagem ]


 
  


Meu perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher
 
 
Meu FotoBlog
Outros sites
  Broken Flowers
  Aprendiz de Cinema
  B[ogShit
  Canguru neles
  Marluco.com
  Pimenta nos olhos
  Los Olvidados
  Narrarte
 
Fale comigo por e-mail


Votação
  Dê uma nota para meu blog